Segundo Piaget, o desenvolvimento mental da criança é o resultado da integração de três estruturas sucessivas, sendo que cada uma delas conduz a construção da seguinte, cada inovação só se torna possível em função da precedente. Elas obedecem aos seguintes critérios:
1. a ordem de sucessão é constante;
2. cada estádio é caracterizado por uma estrutura de conjunto;
3. as estruturas de conjunto são integrativas e não se substituem umas às outras.
Em uma criança de 11-12 anos, por exemplo, o pensamento formal reestrutura as operações concretas, subordinando-as a novas estruturas, cujo desdobramento se prolongará durante a adolescência e toda a vida adulta.
Para Piaget, o grande problema a respeito do desenvolvimento era entender como se dava seu mecanismo. Ele mostra-se insatisfeito com o pouco que era conhecido a respeito do assunto na época e diz que “ as teorias explicativas do futuro só serão satisfatórias quando alcançarem integrar, numa tonalidade harmoniosa, as interpretações da embriogenia, do crescimento orgânico e do desenvolvimento mental”.
Mesmo insatisfeito, descreve os fatores gerais estabelecidos para a evolução da mente conhecidos na época. São eles: 1) o crescimento orgânico e a maturação do complexo formado pelo sistema nervoso e pelos sistemas endócrinos (Piaget acrescenta e destaca a grande importância da influência dos meios físico e social no processo da maturação); 2) o papel do exercício e da experiência (física e lógico-matemática) adquirida na ação efetuada sobre os objetos, essencial na formação das estruturas lógico-matemáticas; 3) interações e transmissões sociais.
Piaget termina enfatizando a importância da afetividade como sendo fundamental para o desenvolvimento da mente e diz que não existe nenhuma conduta que não comporte fatores afetivos. Os aspectos afetivo e cognitivo são, portanto, inseparáveis e irredutíveis no processo de desenvolvimento mental.
1. a ordem de sucessão é constante;
2. cada estádio é caracterizado por uma estrutura de conjunto;
3. as estruturas de conjunto são integrativas e não se substituem umas às outras.
Em uma criança de 11-12 anos, por exemplo, o pensamento formal reestrutura as operações concretas, subordinando-as a novas estruturas, cujo desdobramento se prolongará durante a adolescência e toda a vida adulta.
Para Piaget, o grande problema a respeito do desenvolvimento era entender como se dava seu mecanismo. Ele mostra-se insatisfeito com o pouco que era conhecido a respeito do assunto na época e diz que “ as teorias explicativas do futuro só serão satisfatórias quando alcançarem integrar, numa tonalidade harmoniosa, as interpretações da embriogenia, do crescimento orgânico e do desenvolvimento mental”.
Mesmo insatisfeito, descreve os fatores gerais estabelecidos para a evolução da mente conhecidos na época. São eles: 1) o crescimento orgânico e a maturação do complexo formado pelo sistema nervoso e pelos sistemas endócrinos (Piaget acrescenta e destaca a grande importância da influência dos meios físico e social no processo da maturação); 2) o papel do exercício e da experiência (física e lógico-matemática) adquirida na ação efetuada sobre os objetos, essencial na formação das estruturas lógico-matemáticas; 3) interações e transmissões sociais.
Piaget termina enfatizando a importância da afetividade como sendo fundamental para o desenvolvimento da mente e diz que não existe nenhuma conduta que não comporte fatores afetivos. Os aspectos afetivo e cognitivo são, portanto, inseparáveis e irredutíveis no processo de desenvolvimento mental.
Assim como Piaget, penso que o indivíduo precisa ser entendido e enxergado em sua totalidade; as relações afetivas são essenciais para o nosso crescimento e desenvolvimento.